Como uma nota, um tom. Abrevi[a]ndo o azedume, como diriam por aí, é o alvorecer da noite, da suposta noite, que um dia [a] dia virou, e tenha visto que virá. Ciclístico como um refrão, eterno. É um dom, um enceno certo do que há. O bom, que tão pouco, muito se mostrou que é, enseja que o ser é pleno, a existência serena e a morte o extremo. De azedume virou doce. Mas se temo a ausência minha para não chorar, vis[t]o em cada via d'água da torrente vil, um terno batedor ateu, que o corpo adocicado é teu e as asas são pros dois voar.
Basta-me um pouco de sabedoria para amá-la eternamente, e eu a tenho.
1 comentários:
Wow, que profundo..."Basta-me um pouco de sabedoria para amá-la eternamente, e eu a tenho. "
Sortuda ela hein.. rs
=]
Abraço.
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